sexta-feira, 30 de outubro de 2020

30/10 - Sequência do plano Novo Normal PB

 Os eventos em teatros, auditórios, arenas e ginásios semiabertos ou ao ar livre podem voltar a ser realizados a partir da próxima sexta-feira (6), em João Pessoa. O anúncio da flexibilização para o segmento foi feito pelo prefeito Luciano Cartaxo (PV) durante reunião com representantes da Associação Paraibana de Promotores e Profissionais de Grandes Eventos (Apage).


Conforme o plano, o funcionamento de teatros e auditórios para eventos artísticos e corporativos será liberado com 50% da capacidade de público dos respectivos locais.


Os eventos em arenas e ginásios ao ar livre ou semiabertos também serão flexibilizados, desde que os layouts deles sejam previamente aprovados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Já as apresentações artísticas poderão acontecer com até cinco músicos.


Durante a reunião também ficou definido que representantes do município e do setor continuarão em diálogo para que seja elaborado um protocolo específico para a flexibilização dos eventos em casas de show. O documento ainda não tem previsão para ser divulgado.


“Queremos garantir que este setor tenha uma retomada segura para os profissionais e também para toda a população”, disse Luciano Cartaxo.


As decisões e o decreto contendo os protocolos a serem seguidos pelo segmento a partir da próxima semana serão publicados no Semanário Oficial do Município na próxima quinta-feira (5).



Até esta sexta-feira (30), João Pessoa tem 32.651 casos confirmados e 991 mortes por Covid-19, segundo os dados da Secretaria de Estado da Saúde.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Correio da Paraíba / Jornal da Paraíba / A União

 Correio da Paraíba foi um jornal de circulação diária na Paraíba, no Brasil, publicado pela manhã. Fazia parte do Sistema Correio de Comunicação. Foi fundado em 5 de agosto de 1953. Manteve redações em João Pessoa e Campina Grande e liderava o mercado editorial impresso, com mais de 75% de participação. Os assuntos cobertos iam de política, economia, esportes, cidades, cultura, concursos até edições especiais. Durante sua atividade, esteve entre os principais jornais do Nordeste e possuía o time de jornalistas mais premiados no Estado. Sua última edição circulou no sábado, 04 de abril de 2020, tornando-se o último jornal impresso comercial do estado, que agora possui apenas o periódico estatal A União circulando, após o fim do semanário Contraponto e do popular Já Paraíba. Alguns continuam em versão online, como o Portal T5, o ClickPB, o Paraiba.com.br e o Portal Correio.

Nas edições de segunda a sábado, até 2015, circulava com os cadernos de Política, Entrevista, Opinião, Geral, Últimas, Cidades, Justiça, Correio Trabalhista, Ministério Público PB, Caderno 2, Cultura/Lazer, Televisão, Tititi da Fama, Sociedade e Esportes. Aos domingos, circulavam os suplementos de Economia, Milenium, Homem & Mulher, Veículos, Concursos & Empregos, Correio Criança, Revista da TV, Pensando em Sexo, Papo-Cabeça, Religião, Informática e Caderno de Concursos.

História

Já era madrugada e a cidade de João Pessoa estava eufórica. Era a Festa das Neves, era o aniversário de 368 anos da Capital. No meio de toda aquela agitação, Teotônio Neto, com a ajuda de Afonso Pereira, colocou em circulação o novíssimo Correio da Paraíba. “Correio” no sentido de correr toda a Paraíba, fazendo com que a notícia chegasse aos pontos mais distantes do Estado. A ideia de produzir um novo jornal para os paraibanos nasceu à borda de uma piscina de um hotel situado a aproximadamente 18 quilômetros de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Os parentes Teotônio Neto e Afonso Pereira cultivavam uma ótima relação e, partir de então, reforçariam ainda mais essa união para tentar produzir o melhor jornal que a Paraíba já teve.


“Tenho uma grande paixão pelo Correio da Paraíba, sou leitor também dos outros jornais, mas o Correio tem um lugar de destaque na minha mesa. Quando eu vejo o povo lendo o Correio, uma emoção muito grande me domina de satisfação e alegria. Fico feliz em saber que o Correio vem sendo sucesso na Paraíba”, declarou Teotônio Neto.


Uma das primeiras figuras procuradas por Teotônio Neto para elaborar o Correio da Paraíba foi o escritor Ascendino Leite. Ele hesitou no começo, mas depois abraçou a causa por causa da insistência de Teotônio. Para que o projeto pudesse sair do papel, Ascendino pediu ao jornalista paulista Samuel Wainer uma indicação de diagramador para desenvolver o projeto gráfico. Ao ligar para o colega, Wainer disse: “Só tem aqui o Nássara”.


A primeira manchete do jornal, que dizia “Luto e silêncio na cidade serrana” noticiou a morte do político e jornalista Félix Araújo, em Campina Grande. Conforme noticiou a reportagem, 50 mil pessoas participaram do velório do paraibano, que nasceu em Cabaceiras, mas ganhou notoriedade na Rainha da Borborema.


Nos dias seguintes, jornais da época comentaram o aparecimento do Correio da Paraíba: ‘O Norte’ e ‘A União’ dedicaram artigos sobre o novo periódico. No Rio de Janeiro, também recebeu homenagens do Diário Carioca. Em Pernambuco, também foi repercutido pelo Diário de Pernambuco.


Ao longo da história do jornal, o time da redação foi composto por profissionais notáveis, como Biu Ramos, Gonzaga Rodrigues, Soares Madruga, Dorgival Terceiro Neto (ex-governador e ex-prefeito de João Pessoa), Luiz Augusto Crispim, Luiz Ferreira, Carlos Roberto de Oliveira, João Manoel de Carvalho, Agnaldo Almeida, Dulcídio Moreira, entre outros, como por exemplo: Rubens Nóbrega, Nonato Guedes, Lena Guimarães, Helder Moura, Walter Santos, Giovanni Meireles, Gisa Veiga, Sony Lacerda, João Costa, Deodato Borges (pai e filho, o quadrinista Mike Deodato), Walter Galvão, Land Seixas, Nonato Bandeira, Fernando Moura, Marcela Sitônio etc.


Um dos repórteres que marcaram época na redação do Correio da Paraíba foi Severino Ramos (mais conhecido como Biu Ramos). Logo de cara, em 1954, o jornalista de 16 anos entrou na redação pela primeira vez em um dia bastante conturbado. Em 24 de agosto daquele ano, morria o presidente Getúlio Vargas e a redação, na Rua Barão do Triunfo, estava agitada como nunca. Aquele fato parecia ser apenas um prenúncio de como não seria nada monótona a carreira daquele jovem repórter.


Biu Ramos construiu boa parte de sua carreira na redação do Correio da Paraíba e, para ele, o jornal garantiu uma nova dinâmica à imprensa paraibana. “Para falar a verdade, e sem nenhum demérito para os demais jornais daquela época, o Correio da Paraíba, a rigor, não tinha concorrente. Era um jornal novo, com uma proposta nova, com uma mensagem de renovação, revolucionária mesmo, da imprensa paraibana”, lembrou.


O fundador

Teotônio Neto. A trajetória deste empreendedor de Santana dos Garrotes (PB) nascido em 1918 é uma das razões de todo prestígio que o Correio da Paraíba, jornal que fundou há 60 anos, desfruta hoje. Começou a vida profissional muito cedo como balconista de loja, depois foi gerente, e em 1944 fundou sua primeira firma. Nos anos 1960, já na atividade política, fundou a Cooperativa Mista do Vale do Piancó, demonstrando a diversidade de interesses e se consolidou enquanto representante, na Câmara dos Deputados, dos interesses econômicos da Paraíba, atuando em defesa do desenvolvimento. Teotônio estudou administração nos Estados Unidos e foi diretor da Associação Comercial do Rio de Janeiro, onde vive atualmente.


Paulo Brandão, jamais esquecido

O dia já tinha ido embora. O céu escuro lá fora e o ponteiro do relógio marcando pouco mais de 18 horas significava o fim de mais uma jornada de trabalho para Paulo Brandão. Pegou, então, o seu carro Volks Parati na garagem da Polyutil, percorreu alguns metros até chegar perto da BR-101, mas não pôde continuar. Três homens encapuzados, de estatura mediana, encapuzados, estavam de tocaia para assassinar o sócio-proprietário do Sistema Correio de Comunicação. Em 13 de dezembro de 1984, rajadas de metralhadora 9 milímetros ceifaram a vida de Brandão - um episódio que manchou a história da Paraíba, que repercutiu nacionalmente, que virou clamor popular por justiça e que o Correio, de luto, teve que noticiar.


De acordo com reportagem da época, os três assassinos estavam de tocaia desde o final da tarde. Estavam sentados em um batente, só esperando o carro com as características informadas pelo mandante do assassinato. Mais de uma rajada atingiu Paulo Brandão, que estava sozinho. Os bandidos fugiram em um Passat amarelo, enquanto a desgovernada Parati atravessava a pista, parando no acostamento.


Primeiro Socorro

O chefe de segurança da Polyutil, Severino Alves de Lucena, atraído pelo impacto dos tiros, ainda tentou socorrê-lo, mas Paulo Brandão já estava agonizante. Ele morreu quando tentavam retirá-lo do veículo.


“Vi, tão logo cheguei lá, o corpo do doutor Paulo todo banhado de sangue e o carro com a lataria perfurada em vários locais e vidros quebrados. Ele agonizava e eu ainda tentei prestar-lhe socorro, mas quando o retirava de dentro do veículo, notei que havia dado o último suspiro e falecera. Falei, em seguida, para os companheiros que me acompanharam até lá que nada mais se podia fazer. Daí, coloquei seu corpo ao lado do veículo e fui à fábrica telefonar para o Correio da Paraíba, comunicando o fato também à polícia”, disse, na época, Severino.


Pouco depois da morte de Paulo, telefonemas anônimos assustaram a redação do Correio. Primeiro foi à rádio Correio AM, por volta das 20 horas, cuja voz identificada pelo radialista Manoel Silva foi a de um jovem. Depois, para a redação. Os jornalistas Humberto Lira, Nonato Guedes e Rubens Nóbrega tentaram arrancar mais informações, mas sem sucesso.


Sem celulares na época, o Sistema Correio tentou avisar o sócio-proprietário Roberto Cavalcanti, um dos proprietários do sistema. De acordo com o repórter Humberto Lira, que já atuava na redação, tentaram avisá-lo através da Rádio, mas sem alarde.


“Mas ele não estava escutando. Só depois conseguimos contatá-lo”, relembrou o repórter Humberto Lira.


Nenhum sossego na investigação

Os dias que se seguiram foram de enorme tensão na redação do jornal Correio. Foram diversas ameaças, com direito até a perseguições e ameaças por telefonemas anônimos. Tudo para que o caso não fosse solucionado. Mas, depois do que havia ocorrido, não houve uma só voz calada. Nem na redação e nem na sociedade.


A reportagem do Correio foi atrás das investigações da Polícia Civil. De onde vieram as armas? Onde estava o carro da fuga? Quem eram os criminosos? Quem havia dado a ordem para o crime?


Logo após a execução, identificou-se que as balas eram de calibre de arma que só a Polícia Militar detinha. Foi um dos pontos de partidas. As armas foram levadas para perícia em Recife, mas não foram comprovadas a utilização delas neste laudo – tempos depois, foi descoberto que o perito Ascendino Silva teria forjado o documento.


Passaram seis meses sem avanços significativos, até que a Polícia Federal entrou no caso, designada pelo ministro da Justiça, Fernando Lyra. O delegado Antônio Toscano foi o designado, por já conhecer as circunstâncias dos crimes.


O ponto de partida foi um só: “A quem interessaria a morte da vítima?”, foi o que revelou o delegado em seu relatório. Tudo apontava para dentro do Governo do Estado.


A ideia era uma só: tentar calar o jornal Correio, após uma série de denúncias. Partindo desta indagação, Antônio Toscano pediu novas perícias - em Brasília e no Rio Grande do Sul -, que atestaram o uso das armas privativas da polícia paraibana. A numeração das armas, fabricadas pela Taurus, também forneceram pistas que apontaram os rumos das investigações.


Depois, identificaram o Passat da fuga, que pertencia ao cabo Teixeira (teria ‘placa fria’, dificultando a localização), o que possibilitou o primeiro indiciado um ano depois da morte de Brandão. Mas foi através de um depoimento que veio a chave para a solução: o do capitão José Farias.


Ele chegou a apontar os participantes, entre eles sub-tenente Tiburcio, a de vasto conhecimentos estratégicos de armas e planos de ação. Assim, aos poucos, a Polícia Federal foi chegando ao suspeitos do assassinato: o sargento Manoel Celestino, o cabo Teixeira e o sub-tenente Tiburcio como co-autores materiais, o coronel Geraldo Alencar como co-autor.


Quem era

Paulo Brandão tinha 35 anos na época e havia nascido no Rio de Janeiro. Era filho de Paulo Brandão Cavalcanti e Maria Gracinete Campos brandão Cavalcanti, que o ciraram no Recife. Formou-se em Direito em Pernambuco, mas tinha forte vocação em economia e mercado financeiro - tanto que escrevia artigos sobre o tema para o jornal Correio. Era casado com Maria Taciana Melo Brandão Cavalcanti, com quem teve dois filhos: Maria Tereza e Paulo Brandão Cavalcanti Neto. Adorava esportes e se dedicava bastante ao tênis.


Edições especiais

A partir dos anos 90, o jornal passou a publicar uma série de suplementos, com os seguintes temas:


veículos - título homônimo

turismo - título homônimo

religião - título homônimo

informática - título homônimo

sexo - Pensando em Sexo

mundo jovem e geek - Papo-Cabeça

concursos previstos, autorizados, abertos e em andamento - Caderno de Concursos

concursos, empregos, cursos e Enem, dicas de português, redação e interpretação de textos - título homônimo

beleza, saúde, sexo, alimentação, comportamento, moda, família, relacionamentos, decoração, reformas e eventos de moda - Homem & Mulher

celebridades, resumos das novelas e filmes, Carnaval, A Fazenda, BBB, Oscar e programação semanal da TV - Revista da TV

ciência e tecnologia - Milenium

além de um suplemento infantil - Correio Criança e um suplemento juvenil às segundas-feiras - Magazine Jovem


Empresas do Sistema Correio de Comunicação

Além do Correio da Paraíba, o grupo é dono de emissoras de rádio e televisão.


TV Correio

TV Maior

Rádio Correio

Correio Sat

98 Correio FM

98 FM Campina Grande

Mix FM Campina Grande

Mix FM João Pessoa

102.7 FM Campina Grande

Portal Correio

Jornal Já

Revista Premium

A União é um jornal estatal paraibano, editado na cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil. Trata-se do único jornal oficial ainda existente no Brasil.[1][2] Foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1893 pelo então presidente da Província, Álvaro Machado, e seu primeiro diretor foi o industrial e jornalista Tito Silva.[1]


O jornal surgiu como órgão do Partido Republicano do Estado da Paraíba, agremiação fundada pelo próprio Álvaro Machado. Inicialmente, os escritórios e tipografia de A União funcionaram na Rua Visconde de Pelotas, 49, esquina com a Rua Miguel Couto, no Centro da Cidade Alta. Mais tarde, o edifício foi demolido para alargar a via que dá acesso ao Parque Sólon de Lucena (Lagoa). Foi, aliás, apenas uma das muitas mudanças ocorridas.


Antes de estar no atual endereço — o Distrito Industrial da capital — funcionou no bairro de Jaguaribe.



Índice

1 Histórico

2 Seções

3 Colunistas

4 Referências

5 Ligações externas

Histórico

Quarenta e sete anos depois de sua fundação, no dia 13 de março de 1940, surgiu o Diário Oficial, e foram quinze anos de convivência. É por isso que os fatos relacionados à Imprensa Oficial na Paraíba estão obrigatoriamente integrados à memória do jornal, com um papel às vezes de testemunha, às vezes personagem da história política e sociocultural do estado. O Diário Oficial passou a circular separadamente a partir de 1º de julho de 1955.[1] O matutino prosseguiu sua trajetória e é o quarto mais antigo do País e o primeiro entre os que são impressos no Estado.[1]


No início, A União trazia farto noticiário e as notas do então presidente da província da Paraíba, Álvaro Machado. Com o passar dos anos, o diário funcionou como intérprete das aspirações paraibanas quando a eclosão do Movimento Revolucionário de 1930 já se avizinhava. Naquela época, a Paraíba adquiriu renome nacional, fazendo jus às tradições de luta de seu povo, tendo o jornal se convertido na trincheira da guerra que se travou entre o presidente João Pessoa — que detinha o apoio popular — e os poderes centrais. Mais tarde, o A União desempenhou, na Paraíba, o mesmo papel das escolas de letras europeias ou dos inovadores laboratórios norte-americanos, onde a consciência de escrever era adquirida no exercício das técnicas, na descoberta de pequenos e grandes segredos, antes mesmo do domínio da gramática e da estilística.


Há pouco mais de 40 anos, o jornal oficial já gozava do privilégio de ser considerado como a escola de tudo que o estado produzia em literatura, porque exercia, na prática, a função que a própria Universidade Federal da Paraíba (UFPB) somente viria a desempenhar anos depois. Aquela situação levou, na época, o então ministro José Américo de Almeida, que era patrono da própria UFPB, além de político e intelectual reconhecido nacionalmente, a classificar A União como a primeira universidade paraibana.


Passados esses 110 anos de existência, o jornal oficial não deixou de estar sintonizado com os avanços, inclusive na área tecnológica, o que o faz ser encarado como um órgão tradicional e, mais que isso, patrimônio cultural da sociedade. Prova disso é que, no momento, o matutino vem passando por uma série de transformações cujo objetivo é o de mantê-lo desempenhando o importante papel de divulgação de fatos e ideias que sempre o caracterizou ao longo de sua história. Além disso, o jornal não é apenas um grande veículo de comunicação que, ao longo de sua história, mantém acesa a chama de sua vocação educativa, informativa e cultural. Com seu parque gráfico, participou e continua participando ativamente do movimento editorial do Estado, imprimindo livros de autores, sejam eles novos ou já consagrados.


Nessa fase de transformações que A União vem passando desde janeiro de 2003, quando houve mudança na superintendência, o jornal já vem se apresentando com novidades, sobretudo a informatização de setores, como o de Artes, pela aquisição de modernos equipamentos que devem culminar — literalmente — com um visual diferente: um novo projeto gráfico, com a diminuição de seu formato associado ao aumento do número de páginas, o que oferece mais informações ao leitor. As inovações também se estenderam da Redação, com mudança de local, até a gráfica do jornal. Neste último caso, aproveitando as reformas naquelas dependências, com a inclusão de mais divisórias, por exemplo, um mural foi pintado num suporte de gesso por cinco funcionários do próprio Setor de Artes de A União, como uma forma da atual superintendência valorizar o profissional, que é o artista gráfico. E, sem perder o vínculo com o passado, três antigas linotipos foram recuperadas, pintadas e colocadas no pátio interno da empresa, servindo como museu ao ar livre para quem chegar de visita.


A União, como a história pode registrar, ultrapassou a condição de simples jornal para se tornar o único elo da corrente de lutas e desafios travados pelo povo paraibano. Uma marca indelével ligando à vida estadual a partir de Álvaro Machado, passando por Epitácio Pessoa e José Lins do Rego, até chegar aos atuais dias, em que as dificuldades econômicas não conseguem arrefecer nem a esperança nem a capacidade de luta de seu povo e de seus governantes.


Em pleno terceiro milênio, A União segue exercendo sua missão histórica. Novamente na proa do movimento cultural paraibano, o jornal oficial nada fica a dever aos concorrentes do setor privado, em termos de informação ao leitor, ocupando seu espaço no mercado tendo a imparcialidade, a objetividade e, de forma destacada, a prestação de serviços como marcas para o seu público leitor.


A nova onda de modernização de sua gráfica e redação, deflagrada a partir de meados da década passada e que veio num processo crescente, se insere no contexto das transformações da imprensa da Paraíba, geradas pela inovação tecnológica imposta pela informática, que é a responsável pela mudança da feição do jornal e pelo impulso às atividades editoriais.


Seções

Jornalismo diário

8 Perguntas

Cultura

Debate

Educação

Entrevista

Especial

Esporte

Mundo

Nacional

Nego

Opinião

Panorâmica

Paraíba

Social

Últimas

Suplementos quinzenais

Fim de semana: Correio das Artes

Fim de semana: Turismo

Colunistas

Alex Santos

Ana Adelaide Peixoto

André Cananéa

Barroso Pontes

Carlos Aranha

Célio Furtado

Clotilde Tavares

Daniel Sampaio

Eduardo Araújo

Estevam Dedalus

Fernando Vasconcelos

Flávio Petrônio

Geraldo Varela

Germano Romero

Gi Ismael

Giuseppe

Gonzaga Rodrigues

Hélia Botelho

Hildeberto Barbosa Filho

José Mário da Silva

José Nunes

Josemberg Lima

Klebber Maux Dias

Kubitschek Pinheiro

Marcos Lima

Martinho Moreira Franco

Neide Medeiros Santos

Nelson Barros

Vitória Lima

O Jornal da Paraíba foi um jornal matutino de circulação diária no estado da Paraíba. Ele foi fundado em 5 de setembro de 1971 e faz parte do grupo da Rede Paraíba de Comunicação, responsável também pela TV Cabo Branco e pela TV Paraíba, ambas afiliadas da Rede Globo. Além das TVs, há na rede as rádios CBN João Pessoa e Cabo Branco FM e os portais do Jornal da Paraíba, do G1 Paraíba e do GloboEsporte.com Paraíba. Possuía as seguintes editorias: 

Diárias - Política, Geral, Economia, Cidades, Esporte, Classificados, Vida & Arte, Casos de Polícia, Famosos

Semanais - Litoral em Pauta, Bem-Estar, Estilo, Carros & Motos, Concursos & Empregos, Saúde & Ciência, Educação, Enem, Como Economizar, Religião & Fé, Celular & Tecnologia, Viagem & Turismo, Imóveis, INSS, Horóscopo, Fato ou Fake, Português em Dia


O Jornal da Paraíba é composto por duas redações situadas nas cidades de João Pessoa e Campina Grande, além de vários correspondentes nas principais cidades da Paraíba.


Destacam-se entre os produtos online do jornal, seus colunistas e blogueiros. Além disso, o Jornal da Paraíba conta ainda com uma sessão de vídeos exclusivos, o Jornal da Paraíba TV; um acervo, que disponibiliza todas as edições do jornal desde sua fundação em arquivos eletrônicos; e uma premiada versão para deficientes visuais, que traz a possibilidade de ouvir todas as notícias em áudio.


Em 7 de abril de 2016, o presidente da Rede Paraíba de Comunicação, Eduardo Carlos, anunciou a suspensão da versão impressa. O motivo foi a crise econômica e o crescimento das mídias digitais, como diz o comunicado. A última edição foi publicada no dia 10 de abril de 2016. Com isso, o periódico mudou para a versão online.

26/10 - Sequência do plano Novo Normal PB

 O funcionamento do comércio e dos shoppings de João Pessoa vai voltar a ser no horário tradicional a partir desta terça-feira (27). O anúncio da flexibilização do horário foi feito pelo prefeito Luciano Cartaxo (PV), nas redes sociais, após reunião com representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas da capital (CDL-JP).


De acordo com Cartaxo, o comércio vai voltar a ser das 8h às 18h e as lojas dos shoppings podem ser abertas até as 22h. “Entendemos que nesse momento que antecede o Natal é importante aquecer as vendas, gerar emprego e renda e fazer com que mais emprego seja incrementado na nossa economia”, disse Cartaxo.


O plano de flexibilização também autorizou a reabertura dos cinemas e áreas de lazer dos shoppings, seguindo protocolos de segurança e capacidade máxima de 50%.

domingo, 18 de outubro de 2020

Suspensão dos atendimentos odontológicos de rotina - CEO

 A Prefeitura de João Pessoa suspendeu atendimentos odontológicos de rotina suspensos por 30 dias, podendo ser prorrogado esse prazo, contando do dia 18 de março, nos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por prevenção ao coronavírus. Ainda de acordo com a prefeitura, no período vão ser mantidos em funcionamento apenas o serviço emergencial e de urgências odontológicas.


Segundo o coordenador dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) da SMS, Gerfran Lacerda, os cidadãos que necessitarem do serviço odontológico com urgência devem se dirigir primeiramente à atenção básica (USF), onde será acolhido e encaminhado para os CEOs, de acordo com a necessidade.


No período de quarentena, estão sendo atendidos os pacientes que estiverem com dor intensa ou hemorragia. Atendimentos como restauração, limpeza e extração estão suspensos.


Os CEOs de João Pessoa ficam localizados em Jaguaribe, na avenida Alberto de Brito, s/n, instalações da Policlínica Jaguaribe, e no Cristo, na rua Olívia de Almeida Guerra, s/n, instalações da Policlínica do Cristo. A SMS dispõe ainda de um atendimento de urgência e emergência que funciona 24h. O serviço acontece no CEO Torre, localizado na Avenida Rui Barbosa, no bairro da Torre. O funcionamento é de 7h30 às 17h de segunda a sexta e de 7h30 às 13h aos sábados. Aos domingos, funciona apenas no mês de dezembro.

sábado, 17 de outubro de 2020

IVT1 - Encerramento da Programação - Lisboa (10/02/2014) - HD | TV Fictícia

 Domingo Maior, oferecimento: Fiat Strada - Tudo que você espera por um preço que você não espera.

Atenção! Por motivos de manutenção técnica de nossos transmissores, excecionalmente hoje, não exibiremos a Sessão de Gala, que será apresentada no próximo domingo, neste horário.

Faremos agora uma pequena pausa na nossa programação, mas logo estaremos juntos novamente apresentando:

05:30 - IVT #1: Rock

06:00 - Telecurso 2º Grau

06:15 - Telecurso 1º Grau

06:30 - IVT Rural

07:00 - Bom Dia Lisboa

07:45 - Bom Dia País

08:25 - Radar

08:30 - Bem Estar

09:00 - Bom Dia & Companhia

12:00 - Lisboa 24h 1ª Edição

12:45 - Desporto IVT

13:15 - Jornal Hoje

14:00 - Vídeo Show

15:00 - Vale a Pena Ver de Novo: Os Lobos

16:00 - Sessão da Tarde, com o filme: A Rapariga Que Roubava Livros

17:30 - Inferno

17:55 - IVT Notícia

18:00 - Relotel

18:30 - Chaves

19:00 - Chapolin

19:30 - Os Simpsons

20:00 - Lisboa 24h 2ª Edição

20:15 - Jornal Nacional

21:00 - Contra Poder

21:05 - Promessas Quebradas

22:00 - Tela Quente, apresentando: O Cavaleiro das Trevas

00:00 - Jornal da Noite

00:30 - Pedro

01:00 - Doctor Who

01:45 - Lisboa 24h 3ª Edição

01:50 - IVT Economia

01:55 - Corujão, com o filme: Quatro Amigas e um Casamento

03:55 - Serviço Informativo LatinNews

Orientações em missas e encontros e na Semana Santa - Arquidiocese da Paraíba

 A Arquidiocese da Paraíba fez uma recomendação para os fiéis que participam de celebrações na Paraíba. Com o primeiro caso de coronavírus suspeito sendo investigado na Paraíba, o pedido é que alguns contatos sejam evitados durante as missas.


Segundo a assessoria de imprensa da Arquidiocese da Paraíba, essa recomendação é uma situação comum em casos de algum perigo de saúde. A orientação é evitar o cumprimento no abraço da paz, não rezar o pai nosso de mãos dadas, e sim apenas elevar as mãos, omitir a procissão do ofertório e que o sacerdote e ministros só entreguem a hóstia na mão do fiel e não na boca, como acontece algumas vezes.


De acordo com o padre Luiz Júnior, não há motivos para pânico, trata-se apenas de uma orientação. Uma delas é que as pessoas evitem também darem as mãos durante as orações. "Sempre no âmbito da orientação, em atitude de respeito", ressaltou.


A recomendação não altera nenhum calendário rotineiro de missas na região que abrange a Arquidiocese da Paraíba, isto é, João Pessoa, mais 34 cidades do Litoral da Paraíba, além de algumas cidades do Agreste.

A Arquidiocese da Paraíba suspendeu celebrações e encontros religiosos que reuniriam mais de 100 pessoas em ambientes fechados e 200 em locais abertos. Visitas pastorais também foram suspensas. As medidas foram tomadas segunda-feira (16) e publicadas por meio de uma carta de recomendação para evitar o contágio de fiéis pelo nono coronavírus.


Conforme o documento, entre os eventos suspensos estão catequese, escola da fé, encontros de casais com Cristo (ECC), encontros de jovens com Cristo (EJC), assembleias, vias-sacras públicas, procissões e festas de padroeiro.


Continua valendo a recomendação de que as pessoas devem evitar o cumprimento no "momento da paz" e que o sacerdote e ministros só entreguem a hóstia na mão do fiel e não na boca, como acontece algumas vezes.


As missas também não podem reunir mais de 100 pessoas em ambiente fechado ou 200 pessoas em ambientes abertos. Durante as celebrações, as igrejas devem ficar com portas e janelas abertas para facilitar a circulação do ar.


Para as igrejas, também foi recomendado o oferecimento de área para lavagem das mãos ou a disponibilização de álcool em gel.


Os idosos e as pessoas que se enquadram nos grupos de risco, como hipertensos, asmáticos, diabéticos, fumantes, imunodeprimidos, pessoas com doenças respiratórias ou pulmonares, cardíacas, renais e hepáticas, condições neurológicas e problemas relacionados ao baço e trabalhadores da área da saúde, como hospitais, farmácias, laboratórios, clínicas médicas e veterinárias, estão dispensados de participar presencialmente das missas. Eles poderão acompanhá-las por meios de comunicação, como rádio, TV e redes sociais.



Também foi recomendada a suspensão dos mutirões de confissão com o aumento dos dias e horários de atendimentos aos fiéis. A quantidade de celebrações também deve aumentar a aglomeração de pessoas.

A Arquidiocese da Paraíba suspendeu a realização de celebrações eucarísticas e missas com a participação do povo. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (19), diante do avanço e da gravidade da pandemia do novo coronavírus.


A decisão vale a partir desta quinta-feira (19). As missas dominicais devem ser celebradas apenas com a presença do padre e de uma equipe de liturgia reduzida nas matrizes de cada paróquia com, na medida do possível, transmissão online para os fiéis por meio de plataformas digitais.


As celebrações da Semana Santa também devem seguir essas orientações. A Missa dos Santos Óleos será presidida pelo arcebispo, na Catedral Basílica, concelebrada apenas pelos membros do Conselho Presbiteral. O clero e os fiéis devem acompanhar apenas pelos meios de comunicação.


Celebrações de batismo e casamentos devem ser adiados para um tempo oportuno, segundo recomenda a Arquidiocese. Caso seja impossível o adiamento, devem ser celebrados em privado, com um número reduzido de pessoas. A mesma regra vale para ordenações e crismas.

A orientação é que não se marquem novas celebrações de batizados e casamentos.

As que já estão marcados, que sejam celebradas sejam a presença de convidados, podendo ser esses suspensos em comum acordo com os fiéis em questão.


As confissões, a unção dos enfermos e a celebração das exéquias devem ser realizadas somente em casos de extrema necessidade, tomando os devidos cuidados, por serem sacramentos de cura, de emergência, ou seja, essenciais.

A Arquidiocese da Paraíba divulgou, nesta sexta-feira (3), a programação das celebrações da Semana Santa, que vai acontecer sem a presença dos fiéis, seguindo as orientações das autoridades sanitárias e de saúde devido à pandemia do novo coronavírus. As missas estão e continuarão sendo transmitidas ao vivo, pelo Instagram da Arquidiocese.

Como a data da Páscoa não pode ser transferida e considerando os decretos publicados anteriormente, restringindo os encontros e movimentos de pessoas, os ritos da Semana Santa serão celebrados apenas na igreja Catedral e na igreja matriz de cada Paróquia e/ou Área Pastoral, sem a participação do povo, a portas fechadas, com a presença de uma restrita equipe celebrativa de apoio, com transmissão para os fiéis através dos meios de comunicação, como TV, rádio e redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram.


A procissão do Domingo de Ramos não será realizada, para evitar aglomerações. A Missa da Ceia do Senhor, que acontece na Quinta-Feira Santa, acontecerá sem o momento do Lava-pés, que é facultativo. Após a Missa, omite-se a procissão e o Santíssimo Sacramento é conservado no sacrário. Para os sacerdotes que estiverem impossibilitados de celebrar a Missa, em vez dela rezarão as Vésperas.


Já na Sexta-feira Santa, haverá uma celebração da Paixão e Morte do Senhor. O rito da Adoração da Cruz, mediante o beijo, será restrito ao presidente da celebração. Não será realizada a Procissão do Senhor Morto, mas haverá uma oração especial pelos doentes, pelos mortos e por aqueles que sofreram alguma perda nesta pandemia. No Sábado de Aleluia, será omitido o acender e a bênção do fogo. Já preparado antecipadamente, o círio deve ser aceso de modo simples. Será proibida a Procissão da Luz após a bênção do fogo, em seguida, entoa-se o precônio pascal. Não haverá a Liturgia Batismal (Batismo) nesta celebração. Apenas se renovam as promessas batismais e segue-se a Liturgia Eucarística.

Os membros das casas religiosas e mosteiros, com espírito de íntima união aos Mistérios de Cristo, procurem acompanhar todas as celebrações através dos meios de comunicação e da recitação da Liturgia das Horas


A Missa dos Santos Óleos, também conhecida como Missa Crismal, que reúne todo o clero na catedral para renovação dos votos sacerdotais, será adiada para um momento seguro; possivelmente quando as medidas de proteção e isolamento social devido à pandemia estejam revertidas.


Horário de missas transmitidas online pela Arquidiocese da Paraíba:

Domingo de Ramos, 5 de abril: 9h (sem procissão)

Segunda, terça e quarta-feira (6, 7 e 8): 7h

Quinta-Feira Santa, 9 de abril: 17h (sem o momento de Lava-pés)

Sexta-feira da Paixão, 10 de abril: Celebração da a Paixão e Morte do Senhor às 15h

Sábado de Aleluia, 11 de abril: 20h (sem Procissão da Luz e Liturgia Batismal)

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Retorno de linhas de ônibus - Semob

 A linha 208 volta a circular em João Pessoa a partir desta segunda-feira (31), de acordo com a Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP). As linhas 204, 510 e 507 voltam a funcionar aos domingos.


De acordo com a Semob-JP, as mudanças fazem parte do planejamento da Superintendência, que atende a demanda de passageiros.


A linha 208 retorna após solicitação dos moradores do Vale das Palmeiras, que levaram análises internas sobre a demanda pelo itinerário até a Semob-JP. A rota será cumprida de segunda a sábado, das 6h às 19h, com ônibus saindo dos terminais a cada uma hora.


Já aos domingos, voltam a circular as linhas 204 (Cristo), 510 (Tambaú) e 507 (Cabo Branco), após constatação de demanda para a região da Orla. As linhas 116, 1500 e 5100 serão reforçadas com um veículo extra circulando, para atender a demanda de ônibus.

Duas novas linhas de ônibus passam a circular em João Pessoa e outras cinco serão reativadas, a partir de segunda-feira (24), de acordo com a Semob-JP. Com as mudanças, a frota de ônibus da capital paraibana chega a 70% da capacidade.


As medidas foram tomadas em uma reunião realizada nesta quinta-feira (20), entre a Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) e o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros no Município de João Pessoa (Sintur-JP). De acordo com Eduardo Varandas, diretor de planejamento da Semob-JP, o acréscimo de transporte atende demanda população.


De acordo com a Semob-JP, foram criadas duas linhas de ônibus (210 e 515) e outras cinco serão reativadas (003, 502, 503, 512 e 522), com o itinerário normal.


Segundo a Semob-JP, está permitido que cada ônibus circule com sua capacidade máxima de passageiros sentados e outros doze em pé. Em ônibus articulados, o número dos que ficam em pé pode ser dobrado. A superintendência recomenda que os passageiros evitem ônibus além da sua capacidade.


As linhas 210 e 515 devem reforçar o itinerário da antiga linha 303 (Mangabeira/D. Pedro II). Os ônibus vão circular das 6h às 19h, confira os itinerários:


Linha 210 - Mangabeira/Rangel



Ida: Bairro-Centro


Terminal Mangabeira IV (301)

R. Francisco Porfírio Ribeiro

R. Creusa Campos de Vasconcelos

R. Dr. Euclides Neiva de Oliveira

R. Ana Cavalcanti de Albuquerque

Terminal Mangabeira II (303)

R. Alfredo Ferreira da Rocha (Mangabeira por dentro)

Av. Hilton Souto Maior

Av. Raniere Mazilli

R. Horácio Trajano

Av. Quatorze de Julho

Av. Vasco da Gama

Praça Castro Pinto

Av. Tabajaras

Av. Getúlio Vargas

Parque da Lagoa

Lagoa (ponto de retorno)

Retorno: Centro-Bairro


Av. Diogo Velho

Av. Aderbal Piragibe

Av. Frei Martinho

R. Francisco de Souza Rangel

Av. Dois de Fevereiro

R. Vicente da Costa Filho

R. Julio Ribeiro

R. Antônia Gomes da Silveira

Av. Raniere Mazilli

Av. Hilton Souto Maior

R. Alfredo Ferreira da Rocha (Mangabeira por dentro)

Terminal Mangabeira II (303)

R. Ana Cavalcanti de Albuquerque

R. Dr. Euclides Neiva de Oliveira

R. Creusa Campos de Vasconcelos

R. Francisco Porfírio Ribeiro

Terminal Mangabeira IV (301)

Linha 515 – Mangabeira/Epitácio


Ida: Bairro-Centro


Terminal Mangabeira IV (301)

R. Francisco Porfírio Ribeiro

R. Creusa Campos de Vasconcelos

R. Dr. Euclides Neiva de Oliveira

R. Ana Cavalcanti de Albuquerque

Terminal Mangabeira II (303)

R. Alfredo Ferreira da Rocha (Mangabeira por dentro)

Av. Hilton Souto Maior

Trevo de Mangabeira

R. Bancário Sérgio Guerra

UFPB – CT

Castelo Branco

Av. Tito Silva

Praça das Muriçocas

Av. Epitácio Pessoa

Lagoa (ponto de retorno)

Retorno: Centro-Bairro

Com a implantação da terceira fase do plano de flexibilização adotado em João Pessoa, algumas mudanças serão realizadas, a partir desta segunda-feira (13) no sistema de transporte coletivo. Os ônibus, que vinham circulando com 40 linhas, vão contar com outras três opções aos usuários.


As novas linhas são as 9901(Valentina/Mangabeira Shopping), 109 (Rua do Rio) e 5603 (Mangabeira/Manaíra Shopping).


Veja as outras linhas de ônibus que circulam em João Pessoa

No caso da 5603 haverá mudança no itinerário. Os ônibus dessa linha vão passar pela Praça das Muriçocas e descer a Av. Ruy Carneiro. A partir daí, seguirá pela Avenida João Câncio e pelo Shopping Manaíra, voltando na altura do Hiper Bompreço. Em seguida eles trafegarão pelo Retão de Manaíra e pela Av. Esperança até a Ruy Carneiro, onde retomam seu trajeto usual.


O horário de funcionamento segue sendo de segunda-feira a sábado, das 6h às 19h. Vale lembrar que 19h é o horário em que os últimos veículos deixam os terminais para cumprir o itinerário completo. Aos domingos e feriados segue funcionando o Transporte Saúde, apenas para profissionais da área.

As linhas de ônibus 1519 e 505 vão voltar a circular a partir desta terça-feira (8), em João Pessoa. A medida faz parte do plano da Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) para adequação da oferta de veículos considerando a demanda de passageiros na capital.


A linha 1519 retoma a operação com cinco veículos e viagens a cada 20 minutos. A intenção da retomada é que ela seja mais uma opção para os usuários do Valentina que se deslocam para o Centro.


Já a 505, que atende o Bairro dos Ipês, retorna com viagens a cada 30 minutos, das 6h às 19h. Ainda haverá reforço na linha 116, que ganha sete novas viagens, passando a cumprir o itinerário 29 vezes todos os dias.


Itinerário da Linha 1519 – Valentina/ Cruz das Armas

Ida:


Terminal do Valentina

Rua Mariangela Lucena Peixoto

Terminal de Integração do Valentina

Rua Adalgisa Targino da Fonseca

Rua Juscelino Kubitscheck

Avenida Valdemar Galdino Naziazeno

Rodovia BR-230

Avenida Cruz das Armas

Avenida Vasco da Gama

Parque da Lagoa

Volta:


Parque da Lagoa

Avenida Almirante Barroso

Praça da Independência

Avenida Epitácio Pessoa

Rua Tito Silva

Avenida Presidente Castelo Branco

Rua Diógenes Chianca

Terminal de Integração do Valentina

Rua Mariangela Lucena Peixoto

Terminal Valentina